Bom, até hoje pela manhã não tinha nada em mente pra postar aqui no blog, mas aí, passei por uma situação que vou usá-la como assunto. Sabe o que é REPUTAÇÃO ou mecanismo de controle social ? Então, como todos sabem, reputação é a opinião do público em relação a uma pessoa, ou a um grupo de pessoas.
Na grande maioria das vezes, deixamos de fazer coisas por nos preocuparmos em "O que os outros irão pensar" , né verdade? Enfim, comigo isso já aconteceu várias e várias vezes, deixei de fazer coisas que sempre tive vontade de fazer, mas nunca tive oportunidade, e quando finalmente essa oportunidade chegou, não aproveitei por medo do que os outros irião pensar de mim, o que eles irião falar de mim, enfim, tipo, se perguntarmos a uma criança, ela talvez nos diga que esses “outros” devem ser criaturas assustadoras que andam por aí em bandos, prontas a atacar e a atormentar quem não for bem “bonzinho” e exibir boa conduta.
Nesta referência que faço ao “outro”, não estou falando daquele que se importa comigo ou ao próximo que está alheio aos fatos sem interferência. Falo daquele que parece ter o poder de intervir na minha vida a tal ponto que muitos de nós deixamos de viver em sua totalidade com medo de seus julgamentos. Falo daquele que nos ridiculariza, enfoca nossos "erros", no fundo torce para que tudo dê errado! Daquele que não suporta ninguém acima da sua própria altura! Que invade nossa privacidade e a escancara para o mundo!
Aliás, que atire a primeira pedra quem nunca fez o papel deste outro aqui exposto impiedosamente! Porque quando me refiro ao outro, também falo de nós mesmos, que em muitas situações dentro do nosso convívio, precipitamo-nos em julgamentos assumindo o papel de peritos em aparências, não deixando passar a oportunidade para criticar, menosprezar, muitas vezes perdendo ocasião de elogiar, portando-nos como hipócritas despretensiosos, nos adiantando em censuras na nossa cegueira acerca do outro!
Se cada um se preocupasse um pouco mais consigo mesmo, certamente a preocupação com o outro tomaria um rumo diferente, porque é a partir de nós mesmos que passamos a compreender melhor o outro. Mas se não nos compreendemos como vamos fazer isto? Se nos julgamos, nos culpamos, nos maltratamos, não nos perdoando e portando-nos como carrascos, como vamos proceder com o nosso próximo? Como vamos “enxergar” o outro permanecendo indiferentes a nós mesmos?
Temos que ter a coragem de enfrentar a nossa realidade e tomar uma atitude a nosso próprio favor e, sem desistir diante de qualquer dificuldade.
Ter em mente que a opinião alheia pode servir de parâmetro em nossas vidas para que nos aperfeiçoemos, mas nunca deixar intervir de modo a limitá-la ou direcioná-la, pois quem está na direção dela, somos nós, portanto dela temos o melhor ângulo de visão. Nós é que sentimos o impacto de nossas ações e cada um a seu modo, entre erros e acertos inerentes à vida, encontra a melhor forma de conduzi-la, não existindo um “jeito certo” de fazer isto, mas sim o “jeito de cada um”, e isto é uma aprendizagem constante... porque a vida nos mostra que por mais que tenhamos aprendido... sempre temos muito a aprender, não apenas com as grandes lições mas principalmente com as pequenas mas tão preciosas lições diárias..
Na grande maioria das vezes, deixamos de fazer coisas por nos preocuparmos em "O que os outros irão pensar" , né verdade? Enfim, comigo isso já aconteceu várias e várias vezes, deixei de fazer coisas que sempre tive vontade de fazer, mas nunca tive oportunidade, e quando finalmente essa oportunidade chegou, não aproveitei por medo do que os outros irião pensar de mim, o que eles irião falar de mim, enfim, tipo, se perguntarmos a uma criança, ela talvez nos diga que esses “outros” devem ser criaturas assustadoras que andam por aí em bandos, prontas a atacar e a atormentar quem não for bem “bonzinho” e exibir boa conduta.
Nesta referência que faço ao “outro”, não estou falando daquele que se importa comigo ou ao próximo que está alheio aos fatos sem interferência. Falo daquele que parece ter o poder de intervir na minha vida a tal ponto que muitos de nós deixamos de viver em sua totalidade com medo de seus julgamentos. Falo daquele que nos ridiculariza, enfoca nossos "erros", no fundo torce para que tudo dê errado! Daquele que não suporta ninguém acima da sua própria altura! Que invade nossa privacidade e a escancara para o mundo!
Aliás, que atire a primeira pedra quem nunca fez o papel deste outro aqui exposto impiedosamente! Porque quando me refiro ao outro, também falo de nós mesmos, que em muitas situações dentro do nosso convívio, precipitamo-nos em julgamentos assumindo o papel de peritos em aparências, não deixando passar a oportunidade para criticar, menosprezar, muitas vezes perdendo ocasião de elogiar, portando-nos como hipócritas despretensiosos, nos adiantando em censuras na nossa cegueira acerca do outro!
Se cada um se preocupasse um pouco mais consigo mesmo, certamente a preocupação com o outro tomaria um rumo diferente, porque é a partir de nós mesmos que passamos a compreender melhor o outro. Mas se não nos compreendemos como vamos fazer isto? Se nos julgamos, nos culpamos, nos maltratamos, não nos perdoando e portando-nos como carrascos, como vamos proceder com o nosso próximo? Como vamos “enxergar” o outro permanecendo indiferentes a nós mesmos?
Temos que ter a coragem de enfrentar a nossa realidade e tomar uma atitude a nosso próprio favor e, sem desistir diante de qualquer dificuldade.
Ter em mente que a opinião alheia pode servir de parâmetro em nossas vidas para que nos aperfeiçoemos, mas nunca deixar intervir de modo a limitá-la ou direcioná-la, pois quem está na direção dela, somos nós, portanto dela temos o melhor ângulo de visão. Nós é que sentimos o impacto de nossas ações e cada um a seu modo, entre erros e acertos inerentes à vida, encontra a melhor forma de conduzi-la, não existindo um “jeito certo” de fazer isto, mas sim o “jeito de cada um”, e isto é uma aprendizagem constante... porque a vida nos mostra que por mais que tenhamos aprendido... sempre temos muito a aprender, não apenas com as grandes lições mas principalmente com as pequenas mas tão preciosas lições diárias..